Fevereiro termina com volume de chuva 29% maior do que o esperado nas represas do Alto Tietê

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Enquanto a média histórica era de 194,9 milímetros, a pluviometria acumulada até sábado (29) foi de 252,5 mm

O volume de chuva registrado em fevereiro no Sistema Produtor do Alto Tietê (Sipat) foi 29% maior do que o esperado para todo o mês, segundo dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

Enquanto a média histórica era de 194,9 milímetros, a pluviometria acumulada até sábado (29) foi de 252,5 mm. Este é o segundo mês seguido em que choveu mais do que o previsto.

O mesmo aconteceu no anterior, quando, pela primeira vez em sete anos, o Sistema Alto Tietê fechou janeiro com volume de chuva acima da média histórica.

O número, no entanto, é menor do que o registrado em fevereiro de 2019. No último dia do mês, as represas da região marcavam um acumulado de 367,3 milímetros.

Com longos períodos de chuva, algumas cidades da região chegaram a entrar em estado de atenção para o risco de alagamentos, como foi o caso de Mogi das Cruzes.

A Prefeitura informou na época que o volume de água acumulado na barragem da Penha, em São Paulo, era tão grande, que toda a Defesa Civil estava monitorando a situação do Tietê na cidade e de seus afluentes, como o Rio Jundiaí.

Atualmente, algumas represas que integram o Sistema operam com quase toda a capacidade, como é o caso da Ponte Nova, com 98,16% e Paraitinga, com 97,63% do total.

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