Máscaras são descartadas irregularmente em ruas de Mogi

O descarte irregular pode oferecer risco de contaminação para a população e para os funcionários que realizam a limpeza das ruas.

O uso de máscara facial é obrigatório em locais públicos e áreas comuns de estabelecimentos privados em todo Estado de São Paulo. Mas além de ver máscaras nos rostos das pessoas, também é fácil encontrá-las descartadas irregularmente nas ruas, oferecendo risco à saúde principalmente dos funcionários de limpeza urbana.

Marcelo dos Santos Cordeiro é varredor. Durante seis horas por dia, ele limpa as ruas de Mogi das Cruzes. Além da sujeira e das bitucas de cigarro, desde que a pandemia do novo coronavírus começou, ele também tem encontrado o acessório.

“Em todos os lugares em que eu vou varrer tem máscara jogada no chão. Não da para pegar com a mão, pegamos com a pá e a vassoura, mas fica difícil trabalhar assim”, conta Marcelo.

O item que tem protegido a população também pode colocar a vida dos outros em risco, se estiver contaminado e for descartado em qualquer lugar. Ronaldo Donizete de Abreu Farias há oito anos trabalha varrendo as ruas com alegria, mas segundo ele, ao recolher diversas máscaras, acaba tendo medo da doença.

“Estando com medo ou não, temos que limpar, porque dependemos do nosso serviço. Somos pagos para deixar a cidade limpa, então não vamos deixar de qualquer jeito”, ressalta Ronaldo.

A limpeza pelas ruas de Mogi das Cruzes não parou durante a quarentena. De acordo com o encarregado de limpeza pública da cidade Marcelo Alves Magalhães, cerca de 140 varredores são orientados a usar os equipamentos de proteção individual.

O item que tem protegido a população também pode colocar a vida dos outros em risco, se estiver contaminado e for descartado em qualquer lugar. Ronaldo Donizete de Abreu Farias há oito anos trabalha varrendo as ruas com alegria, mas segundo ele, ao recolher diversas máscaras, acaba tendo medo da doença.

“Estando com medo ou não, temos que limpar, porque dependemos do nosso serviço. Somos pagos para deixar a cidade limpa, então não vamos deixar de qualquer jeito”, ressalta Ronaldo.

A limpeza pelas ruas de Mogi das Cruzes não parou durante a quarentena. De acordo com o encarregado de limpeza pública da cidade Marcelo Alves Magalhães, cerca de 140 varredores são orientados a usar os equipamentos de proteção individual.

O item que tem protegido a população também pode colocar a vida dos outros em risco, se estiver contaminado e for descartado em qualquer lugar. Ronaldo Donizete de Abreu Farias há oito anos trabalha varrendo as ruas com alegria, mas segundo ele, ao recolher diversas máscaras, acaba tendo medo da doença.

“Estando com medo ou não, temos que limpar, porque dependemos do nosso serviço. Somos pagos para deixar a cidade limpa, então não vamos deixar de qualquer jeito”, ressalta Ronaldo.

A limpeza pelas ruas de Mogi das Cruzes não parou durante a quarentena. De acordo com o encarregado de limpeza pública da cidade Marcelo Alves Magalhães, cerca de 140 varredores são orientados a usar os equipamentos de proteção individual.

Os cuidados são importantes para não colocar em risco a vida de quem trabalha com limpeza nas ruas e uma forma de também se proteger para não ser infectado pela Covid-19.

“Isso vale para a população se educar e colocar as máscaras em um saquinho, porque tem algumas pessoas de jogam de qualquer jeito e não estão nem ligando. Isso é perigoso para todo mundo”, ressalta Ronaldo.

Ainda de acordo com Marcelo Alves Magalhães, é necessário estar conscientizando a população. “É preciso estar conversando com os moradores, porque necessitamos dessa ajuda, com ligações informando sobre locais que não foram varridos por exemplo. Também precisamos que as pessoas descartem corretamente o lixo e diminua as chances de contágio para os colaboradores da limpeza”, explica.

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