Morre homem baleado durante discussão de trânsito em Mogi das Cruzes

Esposa da vítima confirmou que Ricardo de Oliveira Penha Soares, de 25 anos, morreu na noite deste domingo. Ele foi baleado no dia 4 de abril em um cruzamento na Vila Oliveira.

O homem que foi atingido por um tiro no dia 4 de abril depois de uma discussão de trânsito em Mogi das Cruzes morreu na noite deste domingo (18). Ricardo de Oliveira Penha Soares, de 25 anos, foi atingido na frente da família em um cruzamento na Vila Oliveira. A morte foi confirmada pela mulher da vítima.

Câmeras de monitoramento de um imóvel gravaram a discussão, que aconteceu no cruzamento das ruas Frederico Straube e Francisco Assis Monteiro de Castro. As imagens mostram o momento em que a vítima, Ricardo de Oliveira Penha Soares desce do veículo e vai até a janela do outro motorista, que é Iago Alves de Oliveira, de 29 anos. Pouco tempo depois, a mulher também vai até o marido, com o filho de cinco meses no colo. No meio da discussão, Iago de Oliveira atira no pescoço da vítima. O próprio rapaz que atirou faz uma ligação e espera no local.

Soares chegou a ser preso, porém a justiça concedeu a liberdade provisória por bons antecedentes e por não oferecer risco à ordem pública. O Bom Dia Diário pediu informações para a Secretaria Estadual de Segurança Pública de como o caso segue após a morte da vítima e aguarda resposta.

Imagens

Morre homem baleado durante discussão de trânsito em Mogi das Cruzes
Homem foi baleado durante briga de trânsito em Mogi das Cruzes — Foto: Reprodução/TV Diário

Nas imagens do dia da discussão, é possível ver que o suspeito havia parado o carro quando Ricardo foi até sua janela .

No dia da discussão, Iago foi preso em flagrante. Segundo o documento, foi pedida a conversão da prisão em preventiva, mas o juiz afirma que ele “possui bons antecedentes” e que não há nada que justifique a medida, “dado que nenhum risco a ordem publica o autuado demonstra oferecer”.

No entanto, foram aplicadas medidas cautelares. Até que seja julgado, Iago deverá se apresentar em juízo periodicamente; está proibido de deixar a comarca sem autorização; e deverá comparecer sempre que for intimado.

Na época do disparo, o advogado de Iago Alves de Oliveira, Odair Alves, enviou nota informando que: “O Iago se solidariza com o sofrimento da família do agressor, contudo, não houve outra alternativa no momento do fato. Enquanto o agressor estava só agredindo nada iria ocorrer, porém, quanto o agressor tentou tirar a arma de seu domínio foi empregado uma força conhecida como esmagamento do gatilho e o disparo acidental ocorreu, pois, Iago também empenhou força na arma para não perder a posse. Está muito triste com o ocorrido, mas o fato configura legítima defesa e a decisão judicial foi bem acertada”.

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