Uso de portas giratória nas agências bancárias divide opiniões entre moradores do Alto Tietê

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Metade das cidades da região conta com leis que obrigam o uso do dispositivo.

O município já havia vivido casos de roubo a bancos. Em 2015, durante o expediente, seis homens armados renderam os seguranças que estavam dentro de uma agência do Banco do Brasil. Em apenas meia hora de ação, os criminosos fizeram 10 pessoas reféns e fugiram levando todo o dinheiro do cofre.

Na época, a polícia queria entender como criminosos armados conseguiram entrar na agência, que é equipada com porta giratória e identificador de metais.

No entanto, também tem consumidor que sofre com o método. Há cerca de quatro anos, por causa de uma hérnia disco, a aposentada Dilma Andreia Nunes precisou colocar um pino na coluna. As próteses estão entre os itens identificados pelos detectores de metal. Por isso, ela precisava andar com laudo médico na bolsa.

Mesmo assim, ela concorda com a obrigatoriedade das portas. “No Brasil, infelizmente [as portas giratórias] são necessárias. Eu não posso pensar mesmo em mim, tenho que pensar que tem funcionário dentro do banco, cliente dentro do banco”.

Para o professor de tecnologia Leandro Luque, apesar dos avanços na área de sistema de segurança, equipamentos de bloqueio, como os detectores de metal, ainda não foram superados e continuam sendo a melhor alternativa de segurança para os estabelecimentos bancários.

“Eu vejo, por exemplo, quando a gente olha para esses cenários de detecção facial, você consegue acompanhar o que aconteceu, fazer uma rastreabilidade. No momento depois de ocorrido alguma coisa, você consegue identificar as pessoas relacionadas, você pode até, com um sistema muito inteligente, identificar comportamentos suspeitos. Mas eu vejo que é muito mais uma tecnologia para se usar depois, do que propriamente uma proteção de garantia, como no caso da porta giratória”, afirma.

A Febraban informou que para funcionar os bancos precisam submeter um plano de segurança para a Polícia Federal. Pela lei específica sobre o assunto, alguns itens são obrigatórios e outros não. A instalação de portas giratórias com detector de metais entra na categoria de “não obrigatória”.

Em nota o banco o Santander, que possui agências sem porta giratória na região, informou que atende às normas de segurança bancária, inclusive, a legislação federal específica sobre o tema e que conta com o que há de mais avançado em tecnologia para prevenção de furtos e roubos.

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