Coral em prédio histórico de Mogi das Cruzes emociona o público

Coral em prédio histórico de Mogi das Cruzes emociona o público

Alunos de colégio se apresentaram nas janelas neste sábado.

As crianças de um colégio particular de Mogi das Cruzes encantaram o público na noite deste sábado (7). Elas se apresentaram nas janelas da escola que fica em um prédio no Centro Histórico de Mogi. Esta foi a 19ª edição do evento que reúne 135 crianças distribuídas nas 22 janelas do prédio.

O repertório, com sucessos da MPB e músicas natalinas, emocionou o público e as famílias dos pequenos que se empenharam bastante durante os ensaios para fazer bonito no coral.

Eles ficaram muitos meses ensaiando para o grande dia, mas minutos antes da apresentação as crianças treinaram ainda mais um pouco.

“A gente treinou bastante e foi bem legal. Treinamos na janela também e acho que estamos preparados”, contou Gustavo Rezende Vaz de 9 anos.

O professor de música Bruno Inácio de Souza explica que os ensaios servem de apoio para a apresentação. “Depois que a gente sente uma firmeza no ensaio, a gente faz a gravação. A gente grava esse trabalho preparado nos ensaios para usar como apoio na hora da apresentação.”

Depois foi a hora de ir para as janelas da cantata. A plateia estava cheia de familiares, amigos e de quem gosta desse espírito de Natal. As crianças surgiram com um espetáculo de luzes e músicas natalinas.

Este ano o tema escolhido foi “Natal de Luz e Esperança”. “Todo ano eu venho prestigiar e cada ano eles estão se superando. Está muito lindo. Eu vim ver minha sobrinha que está na janela. É muito lindo”, afirmou a bióloga Mires Almeida.

Quem tem alguma criança conhecida nas janelas fica ainda mais emocionado. “A mãe fica com o coração cheio de amor e a gente renova as esperanças. Volta o espírito natalino tão importante e tão esquecido. E é muito emocionante ver as crianças resgatarem e ver que o Natal é muito mais que consumismo”, destacou a jornalista Giovana Balogh.

A cantata diverte e encanta pessoas de todas as idades. “Eles fizeram uma coisa muito boa e também maneira’”, observou Ana Lígia Loureiro, de 7 anos.

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