Fato ou Fake lança bot exclusivo para checar conteúdos duvidosos

Serviço gratuito no WhatsApp vai permitir que pedidos de checagens sejam feitos e irá informar as últimas verificações realizadas pela equipe de jornalistas do Grupo Globo.

O Fato ou Fake lança nesta quarta-feira (11) um bot exclusivo no WhatsApp. O objetivo é permitir que os brasileiros solicitem a checagem de conteúdos duvidosos disseminados na internet e no celular.

O serviço também vai informar as últimas verificações feitas pela equipe de checagem do Grupo Globo. O Fato ou Fake reúne jornalistas de G1, O Globo, Extra, Época, Valor, CBN, GloboNews e TV Globo.

Para isso, basta adicionar o novo número do Fato ou Fake – (21) 99474-1741 – ou clicar em glo.bo/whatsappfatooufake.

Assim que fizer uma saudação, a pessoa terá à disposição um menu, onde poderá escolher entre 4 opções.

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Ao selecionar a opção 1, a pessoa poderá enviar um link, um texto, uma foto, um áudio ou um vídeo suspeito para análise. Se a checagem já tiver sido feita, ela é enviada quase que imediatamente. Se não, ela será apurada e a verificação é enviada posteriormente – a depender do volume de pedidos solicitados.

Ao escolher a opção 2, a pessoa receberá as últimas checagens feitas pelo Fato ou Fake e, ao digitar a opção 3, as últimas verificações apenas relacionadas ao coronavírus.

A pessoa também poderá selecionar a opção 4 e assistir a um vídeo em que são dadas dicas de como identificar uma mensagem falsa.

O bot foi desenvolvido pela empresa Meedan.

Bot do Fato ou Fake — Foto: G1

Especialistas afirmam que a disseminação de conteúdos falsos é um dos principais desafios a serem enfrentados hoje, pois ela prejudica a tomada de decisões e coloca em risco a democracia.

O Fato ou Fake existe desde 30 de julho de 2018 (saiba mais) e também pode ser acessado das seguintes formas:

Metodologia

Os jornalistas monitoram as redes sociais por meio de um amplo leque de ferramentas e trocam dados entre si sobre o resultado do monitoramento e das checagens.

Após a constatação de que uma mensagem tem sido muito compartilhada nas redes sociais, os jornalistas investigam a fonte que deu origem a ela, se está fora de contexto ou é antiga e se as imagens apresentadas correspondem ao que é narrado. Em seguida, são ouvidas as pessoas citadas. A apuração segue com a manifestação de fontes oficiais, testemunhas e especialistas que possam ajudar a esclarecer o que está escrito ou dito na mensagem.

O principal critério de checagem é a transparência de informações, baseada em três pilares:

Transparência de fontes – o objetivo é que o leitor veja com clareza o caminho de apuração percorrido pelo jornalista. Para isso, todas as fontes consultadas durante a checagem estão identificadas no texto, sejam elas pessoas ou instituições.

Transparência de metodologia – o processo de seleção da mensagem a ser checada, a apuração e a classificação da checagem são claras, deixando em destaque o que levou a informação a ser checada, como ocorreu a apuração e o motivo da classificação como #FATO ou como #FAKE.

Transparência de correções – caso haja alguma modificação na checagem que tenha comprometido a sua publicação original, essa alteração fica devidamente identificada na reportagem.

Os títulos das checagens publicadas são sempre claros, já deixando em destaque se a informação é verdadeira ou falsa. Os selos utilizados para classificar as mensagens também são destacados para evitar interpretações dúbias.

Especialistas afirmam que a disseminação de conteúdos falsos é um dos principais desafios a serem enfrentados hoje, pois ela prejudica a tomada de decisões e coloca em risco a democracia.

O Fato ou Fake existe desde 30 de julho de 2018 (saiba mais) e também pode ser acessado das seguintes formas:

Metodologia

Os jornalistas monitoram as redes sociais por meio de um amplo leque de ferramentas e trocam dados entre si sobre o resultado do monitoramento e das checagens.

Após a constatação de que uma mensagem tem sido muito compartilhada nas redes sociais, os jornalistas investigam a fonte que deu origem a ela, se está fora de contexto ou é antiga e se as imagens apresentadas correspondem ao que é narrado. Em seguida, são ouvidas as pessoas citadas. A apuração segue com a manifestação de fontes oficiais, testemunhas e especialistas que possam ajudar a esclarecer o que está escrito ou dito na mensagem.

O principal critério de checagem é a transparência de informações, baseada em três pilares:

Transparência de fontes – o objetivo é que o leitor veja com clareza o caminho de apuração percorrido pelo jornalista. Para isso, todas as fontes consultadas durante a checagem estão identificadas no texto, sejam elas pessoas ou instituições.

Transparência de metodologia – o processo de seleção da mensagem a ser checada, a apuração e a classificação da checagem são claras, deixando em destaque o que levou a informação a ser checada, como ocorreu a apuração e o motivo da classificação como #FATO ou como #FAKE.

Transparência de correções – caso haja alguma modificação na checagem que tenha comprometido a sua publicação original, essa alteração fica devidamente identificada na reportagem.

Os títulos das checagens publicadas são sempre claros, já deixando em destaque se a informação é verdadeira ou falsa. Os selos utilizados para classificar as mensagens também são destacados para evitar interpretações dúbias.

Os selos utilizados são:

Fato – quando o conteúdo checado é totalmente verídico e comprovado por meio de dados, datas, locais, pessoas envolvidas, fontes oficiais e especialistas.

Não é bem assim – quando é parcialmente verdadeiro, exagerado ou incompleto, exigindo um esclarecimento ou uma maior contextualização para ser totalmente compreendido.
Fake – quando não se baseia em fatos comprovados por meio de dados, datas, locais, pessoas envolvidas, fontes oficiais e especialistas.

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