Fase de Transição do Plano SP volta a ser prorrogada e segue até 14 de junho no Alto Tietê, anuncia governo

Fase de Transição do Plano SP volta a ser prorrogada e segue até 14 de junho no Alto Tietê, anuncia governo

Essa é a quarta vez em que a fase, considerada “transitória” entre vermelha e laranja, é prorrogada. Estabelecimentos poderão funcionar das 6h às 21h, com 40% da capacidade.

A Fase de Transição do Plano São Paulo voltou a ser prorrogada e seguirá até o dia 14 de junho nas cidades do Alto Tietê. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (26) pelo Governo do Estado.

Ao longo das próximas semanas, os comércios e serviços da região devem continuar funcionando das 6h às 21h, com 40% da capacidade. A expectativa é que flexibilizações sejam divulgadas no dia 14.

Essa é a quarta vez em que a fase, considerada “transitória” entre vermelha e laranja, é prorrogada. 

Funcionamento dos serviços na fase de transição até 14 de junho:

  • Shoppings e lojas de rua podem ter atendimento presencial, das 6h às 21h, com público limitado a 40% da capacidade total;
  • Restaurantes e lanchonetes podem ter atendimento presencial, das 6h às 21h, com público limitado a 40% da capacidade total;
  • Salões de beleza e barbearias podem ter atendimento presencial, das 6h às 21h, com público limitado a 40% da capacidade total;
  • Cinemas, teatros, museus, eventos e convenções podem funcionar, das 6h às 21h, com controle de acesso, assentos marcados e público sentado limitado a 40% da capacidade total;
  • Academias, clubes e centros esportivos podem funcionar durante oito horas, dentro do período das 6h às 21h, apenas para atividades físicas individuais agendadas, com público limitado a 40% da capacidade total;
  • Parques estaduais e municipais podem funcionar das 6h às 18h, sem aglomerações;
  • Cultos, missas e outras atividades religiosas coletivas podem ocorrer, com distanciamento e controle de acesso.

O que continua?

  • Toque de recolher das 21h às 5h;
  • Obrigatoriedade do teletrabalho para atividades administrativas;
  • Recomendação de escalonamento do horário de entrada de trabalhadores da indústria (das 5h às 7h), serviços (das 7h às 9h) e comércio em geral (9h às 11h).

O que mais poderá funcionar durante a fase de transição?

  • Educação: atividades presenciais voltam a ser permitidas, mas não são obrigatórias. Escolas deverão respeitar o limite de 35% de frequência diária;
  • Saúde: hospitais, clínicas, farmácias, clínicas odontológica e estabelecimentos de saúde animal;
  • Alimentação: supermercados, hipermercados, açougues e padarias, lojas de suplemento e feiras livres, sem restrição de horário.
  • Segurança: serviços de segurança pública e privada;
  • Comunicação: meios de comunicação social executados por empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagem;
  • Construção civil e indústria: sem restrições. Lojas de material de construção voltam a ser permitidas;
  • Serviços gerais: hotéis, lavanderias, serviços de limpeza, manutenção e zeladoria, serviços bancários (incluindo lotéricas), serviços de call center, assistência técnica de produtos eletroeletrônicos; bancas de jornais e atividades religiosas;
  • Logística: estabelecimentos e empresas de locação de veículos, oficinas de veículos automotores, transporte público coletivo, táxis, aplicativos de transporte, serviço de entrega e estacionamentos;
  • Abastecimento: cadeia de abastecimento e logística, produção agropecuária e agroindústria, transportadoras, armazéns, postos de combustíveis e lojas de materiais de construção.

Plano São Paulo

Desde o dia 1º de junho de 2020, o governo realiza diferentes flexibilizações da quarentena nas regiões do estado.

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São levados em consideração alguns indicadores, a como ocupação e quantidade de leitos de UTI para Covid-19, além dos números de casos, internações e óbitos por 100 mil habitantes.

Esses indicadores podem colocar as regiões em diferentes fases de flexibilização das atividades:

  • fase vermelha (alerta máximo)
  • fase laranja (controle)
  • fase amarela (flexibilização)
  • fase verde (abertura parcial)

À medida que as diferentes regiões do estado avançam ou regridem nesses indicadores, o governo estadual atualiza a fase em que cada uma se encontra no Plano SP, permitindo maior flexibilização nas atividades ou, então, impondo medidas mais restritivas.

Histórico do Alto Tietê no Plano São Paulo

  • O Alto Tietê iniciou o Plano São Paulo sendo classificado na fase vermelha, em que apenas serviços essenciais podiam funcionar, a exemplo do que vinha acontecendo desde o começo da quarentena, em março.
  • Em 15 de junho, a região passou para a fase laranja, que permitia a abertura de shoppings centers, comércio e outros serviços, com capacidade limitada a 20%, horário reduzido a quatro horas seguidas e adoção de vários protocolos de segurança.
  • Após quatro semanas, no dia 13 de julho, a região foi reclassificada para a fase amarela, permitindo maior flexibilização no funcionamento do comércio, além da reabertura gradual de setores como bares e restaurantes para consumo local, salões de beleza e academias, todos com restrições e adotando protocolos de segurança.
  • Após 15 dias nessa etapa, universidades puderam reabrir para atividades práticas, bem como cursos profissionalizantes e de educação não-regular, como de idiomas, música e dança.
  • Ao completar 28 dias na fase amarela, a reabertura do setor cultural também foi permitida, desde que fossem seguidos os critérios de segurança. Na ocasião, porém, o setor cultural do Alto Tietê avaliou que ainda era cedo para retomar as atividades presenciais.
  • O Alto Tietê foi reclassificado para a fase verde pela primeira vez em 10 de outubro, o que permitiu flexibilização ainda maior no funcionamento das atividades.
  • Porém, no dia 30 de novembro, a região regrediu para a fase amarela, onde permaneceu até o dia 22 de janeiro, quando regrediu para a fase laranja com restrições da vermelha aos finais de semana e entre 20h e 6h nos dias úteis.
  • No dia 3 de fevereiro o Governo Estadual tirou as restrições da fase vermelha e manteve apenas as restrições da laranja. No dia 5, passou para a amarela, onde se manteve na atualização de 19 de fevereiro.
  • No dia 1º de março, as cidades da região regrediram para a fase laranja, sendo que, desde o dia 24, já seguia o ‘toque de restrição’, que proibia a circulação de pessoas das 23h às 5h.
  • Com alta de casos da Covid-19 em todo o Estado, o Alto Tietê regrediu para a fase vermelha no dia 6 de março. Naquele dia também foi ampliado o toque de restrição, passando a valer das 20h às 5h.
  • No dia 15 de março, São Paulo entrou na fase emergencial, que tornou as restrições da anterior ainda mais duras. Ela seguiu até o dia 11 de abril.
  • Já no dia 12, a região e todo o Estado avançaram para a fase vermelha. No entanto, algumas restrições foram mantidas.
  • O Governo do Estado anunciou a criação da fase de transição, que entrou em vigor no dia 18 de abril e permitiu a reabertura do comércio e das atividades religiosas presenciais, mediante restrições. No dia 24, a fase avançou com a retomada dos serviços.

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