Entidades comerciais aprovam cancelamento do PF de Carnaval em Guarulhos

Entidades comerciais aprovam cancelamento do PF de Carnaval em Guarulhos

Empresas podem negociar diretamente com o colaborador se vão ou não dar folga na data, que não é feriado

A tradicional folga de Carnaval, adotada e emendada até mesmo por empresas não acostumadas disponibilizar o “feriadão prolongado” a seus colaboradores, como instituições bancárias, não acontecerá em 2021. A pandemia do novo coronavírus fez com que autoridades cancelassem a ocasião em todo o país.

Em Guarulhos, a exemplo do estado de São Paulo, não haverá Carnaval, previsto para acontecer nos próximos dias 16 e 17, segunda e terça-feira. A medida do prefeito Guti visa a evitar aglomerações e também foi adotada pelo governador João Doria. Entidades comerciais da cidade aprovam a determinação.

“Não há motivos para a realização de evento festivo em meio a uma pandemia que já vitimou tantas pessoas e que levou outras tantas ao desemprego ou à falência. O momento é de cuidado. Por isso, considero acertada a decisão do prefeito Guti de suspender o recesso de Carnaval. Nós, representantes dos empresários, seguimos orientando comerciantes e prestadores de serviço que mantenham as medidas protetivas para seguir trabalhando em segurança”, afirma Silvio Alves, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos (ACE).

“Carnaval não é feriado do ponto de vista das relações trabalhistas. É uma festa de cultura nacional e que cada empresa cria o próprio mecanismo de compensação. Do ponto de vista do Sincomércio, não muda nada. Nenhuma empresa é obrigada a parar. Para a iniciativa privada, nem ponto facultativo é”, enfatiza Reginaldo Sena, presidente do Sincomércio. 

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Sena, a exemplo de Alves, concorda com a decisão de cancelar o Carnaval em Guarulhos. “Pelo fato de melhorar vendas, que é bom para comerciante e empregado e também para evitar aglomerações”, completa.

Empresa pode dar folga?

Em locais como São Paulo, onde, de fato, não há feriado, as empresas êm liberdade para dar folga ou não aos colaboradores. No Rio de Janeiro, em contrapartida, o Carnaval é um feriado local. 

Em regiões que não consideram o Carnaval um feriado, as empresas que concedem folga podem exigir compensação posteriormente, seja por banco de horas, acordo individual ou coletivo.

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