Guarda Ambiental já resgatou 67 animais silvestres em Itaquá

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A Guarda Ambiental de Itaquaquecetuba já realizou o resgate de 67 animais silvestres desde janeiro deste ano, quando foi criada para atuar por meio das secretarias de Meio Ambiente e Segurança Urbana.

O resgate ocorre por intermédio de denúncias, solicitações da população ou patrulhamento de rotina.

São 7.400 ha de Área de Proteção Ambiental (APA) na região do Alto Tietê e, só em Itaquaquecetuba, são 848,75 ha, o que torna o aparecimento de animais silvestres comum. A proximidade das áreas urbanas junto às matas e várzeas causa essa transposição por parte de bichos que deveriam ser encontrados na natureza. Além disso, também é função da Guarda Ambiental preservar essas áreas, impedindo a instalação de ocupações irregulares e o descarte de lixo, por exemplo.

Guarda Ambiental já resgatou 67 animais silvestres em Itaquá

Os animais mais socorridos até agora foram os saruês (19) e as espécies de aves azulão (???? e curió (6). Cobra, coruja, sagui e porco-espinho também estão na lista com cinco resgates de cada. Os bichos-preguiça e os lagartos não ficaram de fora e os policiais ambientais já salvaram três de cada. Por duas vezes, gaviões foram resgatados. A lista segue com as espécies de capivara, bem-te-vi, jabuti, morcego, beija-flor, carcará e papagaio.

Após o resgate, a equipe encaminha o animal para avaliação médica no Parque Zoológico. Depois de receber atendimento de biólogos e veterinários especializados na fauna silvestre, os animais voltam para seu local de origem e são reinseridos na natureza. Quando não conseguem sobreviver por conta própria, seja por problemas de saúde ou domesticação, ficam no Zoológico.

Guarda Ambiental já resgatou 67 animais silvestres em Itaquá

Itaquaquecetuba mantém flora natural, assim como fauna silvestre, onde habitam os animais silvestres, mas é preciso cuidado ao avistar espécies nativas, pois a Guarda Ambiental pode configurar crime ambiental. Para manter espécies silvestres em casa é necessário ter autorização. Só que mais do que isso, é preciso cuidado com o desequilíbrio causado pelo afastamento de seu habitat.

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