Alguns bairros de Mogi ficam alagados e sofrem desmoronamento

Por Luana
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Alguns bairros de Mogi ficam alagados e sofrem desmoronamento

Mogilar, Ponte Grande e Rodeio ficaram com ruas inundadas. No Botujuru casa foi interditada por causa de um deslizamento. Itaquaquecetuba e Arujá também tiveram problemas no final de semana.

A segunda-feira (31), encerra janeiro. O mês acaba com um acumulado de 491,2 milímetros de chuva em Mogi das Cruzes. Um volume, segundo a Defesa Civil, 50 % maior que janeiro de 2021. Cerca de 201,5 milímetros foram registrados só nos últimos três dias. Por isso, a cidade acabou registrando alguns transtornos.

A Defesa Civil recebeu no final de semana16 chamados entre pedidos de vistoria, quedas de árvore e alagamentos. O bairro do Mogilar é um dos mais afetados da cidade. O cruzamento das ruas Doutor Deodato Wertheimer e Delphino Alves Gregório ficou alagado durante toda a manhã de segunda-feira. O bairro é muito próximo do Rio Tietê.

Só no domingo (30), choveu em Mogi das Cruzes 116 milímetros, segundo a Defesa Civil. Até as 7h, o Rio Tietê estava com 3,82 metros. A Defesa destaca que o Tietê transborda depois que atinge 3,60 metros.

O secretário de Infraestrutura Urbana Alessandro Silveira aponta que há mais de 10 anos a região do Mogilar, Ponte Grande e Rodeio não sofre com inundações como a registrada neste final de semana. Ele reforça que a Prefeitura está com o Plano Verão que envolve várias pastas. E nesse trabalho desde quinta-feira é feito o monitoramento dos locais por conta das chuvas que eram aguardada para o final de semana. “Desde sexta-feira com equipes na rua, fazendo monitoramento intenso não só das ruas mas da calha do Rio Tietê. O volume de chuva foi bem considerável. No sábado tivemos 51 milímetros e no domingo 116 milímetros. O previsto para segunda-feira é 34 milímetros. Isso realmente deu um impacto muito grande.”

Silveira pontua que a inundação nos bairros acontece porque a calha do Tietê está muito cheia e acaba transbordando. “Por mais que a Prefeitura tenha feito trabalho de drenagem, limpeza de boca de lobo, essas coisas, ele não é o suficiente. Porque na verdade o que demanda essa inundação hoje é realmente a alta da água sobre a calha do Rio Tietê.”

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